Caim & Abel
25.2.04
 
She
Adoro quando Caím assume a sua faceta de “mulher da casa”.
“Ai, querido, o que ficava mesmo bem aqui era uma caixinha de comentários!” Ou: “Sabes o que eu gostava mesmo, Bebel? Era de um template giríssimo, como vi na casa da Bobó e Silva!” Ou ainda: “Jura que não vais ficar zangado comigo! Jura! (e eu lá juro) Olha, comprei um tipo de letra que vai ficar o máximo no nosso blog! Não foi barato, mas tu sabes como eu sou. Quando vejo uma coisa de que gosto, fico tola!” E por aí adiante.
Por isso, mano, vai em frente. Eu apoio-te nessas tuas lides com os armários. Por outras palavras: eu cubro-te.

 
Vou pôr uma parede abaixo.
Seguindo o conselho dum amigo italiano, o Sílvio, vou propor ao mano "frôzinho" um Facelift aqui para o blog. O Verão aproxima-se e as cores berrantes vão voltar a estar na moda. O facto deste azul-azulejo wc, escolhido à pressa, já estar a cheirar um bocado mal e aproveitando o resto dos tijolos e do cimento aqui do vizinho do lado , levou-me a pensar que esta era altura certa para uma pequena revolução (calma Carlucci, calma ...é uma revolução, mas no mundo da decoração de templates).
Por agora, andamos a apreçar persianas. Lá pró mês que vem, compramos as janelas.
24.2.04
 
Fantasia Carnavalesca ou O Grande Sonho (traduzido de uma língua qualquer)
sempre quis ser
um intelectual de esquerda
ter bom fundo e mau génio
e lidar mal com a perda
ser ligeiramente míope
e usar óculos redondos
ter um fiat seiscentos
e uns negros cabelos longos
ser assinante do JL
ter tocado na Brigada
ter uma renô 4L
que só pegasse empurrada
sempre quis ser
um poeta DN jovem
sem saber se a divindade
é um deus ou é o Homem
sempre quis ter um amigo
travesti chamado Vanda
beber copos no Bairro Alto
e ter um fiat panda
ter um monte no Alentejo
e um feitor, o sr. Herlander
e por causa da dor nas costas
ter um land rover freelander
sempre quis estar
noutro sítio e não aqui
ser um escritor perseguido
pelas Pampas num cherokee

18.2.04
 
C.É.L.U.L.A.
Hoje à noite tenho reunião da C.É.L.U.L.A. - Comité de Expressão, Liberdade e União dos Lares Alternativos, de que sou sócio-fundador.
A ordem de trabalhos é interessantíssima:
1. Análise de textos das Três Simones: de Beauvoir, de Oliveira e da Silva (a empregada a dias de uma sócia da C.É.L.U.L.A., escritora panfletária nas horas livres entre a faxina e a roupa a ferro).
2. Leitura do “Il manifesti contri la falaccia machistta” de Orianna Fallacci. Eu estou encarregado da leitura do capítulo: “Fellatio per Fallacci ou O Vice-versa”. Mal posso esperar.
3. Discussão da Petição “Um Negro na Casa Branca”, um repto à candidatura do Reverendo Jackson à presidência dos EUA. A discussão anda à volta do que deve prevalecer: a força do trocadilho no slogan ou a designação muito mais aceitável de Afro-americano? Prevê-se uma polémica super interessante e actual.
4. Proposta de alteração aos estatutos da C.É.L.U.L.A., permitindo a adesão de famílias nucleares tradicionais em casos excepcionais. Não sei ainda o sentido do meu voto.
5. Preparação do workshop “Parto para eles”. Eu vou inscrever-me, só ainda não sei quem me ajudará na respiração. Vai ser giríssimo.
6. Sessão de escrita criativa sobre uma ideia da nossa associada Fina d’Armada: “Há Ufos no Quintal”.
7. Encerramento com chá verde e fidalgos da Padaria Ribeiro.
Não me posso esquecer que hoje é dia de “Sócio leva mais um”. Será que o Caím...?

 
Judas amigo
Durante muito tempo, José Luís Judas foi o meu herói socialista, tendo-se convertido no meu ícon de moda mais amado. As coisas que ele trouxe para a política portuguesa ainda hoje me dão um frio na espinha. A barba de três dias, a camisa com gola à mao, o blaser de bombazina cuidadosamente puído aqui e ali, a cotoveleira de napa. Uma imagem fantástica com um orçamento mínimo. Lembro-me de uma entrevista sua ao “Corneteiro Sindical”, em que revelou que comprava as suas roupas na loja de fábrica da Maconde, num claro e inequívoco apoio ao proletariado fabril e à dignificação do têxtil do Vale do Ave. O Torres Couto também tinha o seu quê. Mas já naquela altura a sua barriguinha deixava antever que ele não iria tardar a descambar para o capitalismo. O Judas não. Sempre elegante, as peles bem esticadas, rijas. Quando foi para Cascais, o meu coração bateu mais forte. Será que ele iria deslumbrar-se com o brilho da Lili e cair de quatro no nacional burguesismo? Mas os meus receios eram infundados. Ele manteve-se fiel às suas raízes proletárias, como se viu pelas amizades que fez entre as pessoas das obras. Foi uma pena ele ter saído de lá. Onde pára ele agora? Sabes, Caím?
16.2.04
 
Manic Monday.
Fim de semana trabalhoso, mas com o prazer de ver obra feita. Um pulo a Miami, para ver com estão os preparativos da invasão e escolher os azulejos do novo casino de Habana, “The Flugêncio Batista Casino”, que inaugura lá para o fim do ano. Depois, reunião de amigos no bar dos guardas prisionais da Angola, no Louisiana, para matar saudades da malta do KKK. Uma noite de boxe em Atlantic City e domingo de manhã, passeio matinal com o presidente. Depois da minha sugestão sobre os casamentos homossexuais, ando a tentar convencê-lo a proibir também o divórcio. Afinal, ambas são figuras violentadoras da moral e do equilíbrio da família americana. À tarde, uma curta viagem até Savanna para um “barbecue” com ex-colegas da CIA. Quatro horas a cascar na NSA e a contar anedotas de irlandeses. Quando olho para o relógio são oito e meia da noite. Está na hora da mais enfadonha das viagens: a de volta.
É que depois da última sondagem do Expresso, há aqui muito trabalho para fazer.
13.2.04
 
(raiva)
“...o dom da inconveniência” – disse-lhe eu. E continuei, furibundo:
“Eles estavam praticamente convertidos, sua besta!
Estive cerca de 3 horas a tentar convencê-los das alegrias do monoteísmo, da glória do Senhor, tive um trabalhão a adaptar a rap o “Põe a tua mão...” do Padre Borga (aliás com uma bela coreografia em que eles punham efectivamente a mão), enfim...
Fiz tudo o que era preciso para que aquelas pobres almas se libertassem das influências nefastas das Makumbas, dos ritos de Solimbombo, travando uma luta desigual com deuses cores de ébano a dançarem possuídos com os seus corpos suados... para nada! Vens tu e estragas tudo! Assim não dá, Caím, tem a santa paciência. Mas-assim-não-dá!”

 
Mal agradecido (II).
Certa vez, acabava eu de dar mais uma explicação de ética e moral a finalistas de Direito, quando, ainda com restos de Cabral de Moncada no pensamento, dei por mim no bairro de Aldoar.
Entro num beco e reconheço ao fundo o meu irmão, que na altura vendia miosótis porta à porta. Quando me aproximei, deparei com uma cena verdadeiramente assustadora: Abel estava cercado por um perigosíssimo Gang de negros, conhecido na zona por “o Gang”. ”Bang no Abel, Bang no Abel”, gritavam eles enfurecidos, enquanto se preparavam para o molestar sexualmente. Como Abel estava de costas para mim, não me apercebi do seu estado, que imaginei de pânico asfixiante. Atirei os livros para o chão e corri para eles. Eram doze, todos eles praticantes de Kick-Boxing e armados com armas… brancas. Olhei-os de frente e disse:
“Ouçam lá ó escarumbas, ponham-me esse beiços para dentro e metam-se com gajos da vossa idade.” E insisti. “Esses nadegueiros arrebitados devem andar todos desesperados com cio, não é???”. E continuei. “É melhor voltarem para a Cubata que isto está a ficar escuro e os automobilistas à noite não vos conseguem ver bem”. Um deles, perfeitamente abismado, trincou os lábios. “E tu negritude, estás com soluços? Já pareces a tua irmã mais nova quando lhe expliquei como é que um elefante entrava numa agulha…”
Os negros olharam uns para os outros encolheram os ombros. Jeremias, o líder, disse baixinho:” Mais um vez, a palabra branca a esmagar todo o nosso ser e todo o nosso sentir. Vamos retornar a casa… e reflectir”. Deram meia volta e desapareceram na direcção de Matosinhos.
Preparava-me para acalmar o meu irmão, quando ele, surpreendentemente, me diz de soslaio: “Tu Caím, para além de seres um porco racista tens também um dom, o da inconveniência…”



11.2.04
 
Origens de um nome onomatopeico - I
Quando ontem me referi a Caím como cão rafeiro, pretendia ficar por aí, sem aprofundar mais o assunto. Tinha para mim que, apesar de tudo, alguma intimidade familiar deveria ser preservada. Mas não. Caím não conhece limites da decência, e como canídeo que é não reconhece a mão que lhe dá alimento e afecto. Meteu-se com o meu nome, não foi? E ainda por cima, como é seu apanágio, deturpou os factos. Era a Sheena Easton, quando muito o Nick Kershaw o que Caím via na capa da Bravo. A eternidade confunde-o, e quando se trata dos anos oitenta, o pobre membro de Caím chega a ter a veleidade de uma quase erecção, reminiscência da sua última, por ocasião da execução de Maria Antonieta. Conclusão: baralha-se todo.


 
Mal agradecido (I).
Em miúdo, Abel era muito gozado pelos colegas. O facto de ter uma capa com a foto do Boy George e comprar todas as semanas a revista Bravo não ajudava, é certo. Mas era logo no nome que o martírio começava. Abel era vítima de um perverso e traumático jogo de inversão de palavras: “ O Abel leba…, o Abel leba…, o Abel leba…” era a cantilena favorita de todos os seus colegas de turma, na Secundária de Avintes, por onde passou.
É por isso que eu posso lhe chamar todos os nomes e deixar no ar todas as insinuações. Mas nunca, nunca até hoje eu chamei o meu irmão de invertido. Nunca.

10.2.04
 
Sem comentários
Caím tem destas coisas. Adora ser comentado, falado, ser tema de conversas de café, ver o seu nome circular na blogosfera e, se possível, na estratosfera. É um exibicionista invertido porque só se exibe para depois ser voyer dele mesmo. Doentio. Andou atrás de mim como um cão rafeiro até que eu anuísse num espaço para comentários. Eu apenas lhe prometi que ia pensar no assunto mas ele tomou isso como um sim e agora deparo com um facto consumado. Quando me matou pela primeira vez, só o fez para ser o assunto do dia. Adão, nosso Pai, percebendo a obsessão de Caím pela notoriedade, aconselhou-me várias vezes a ter cuidado com as costas. Deveria ter-lhe dado ouvidos. É que Caím segue à risca o preceito do “falem bem ou mal de mim, mas falem”. É claro que dele só se pode falar mal.
Enfim, já que ele queria tanto ter os seus comentários, façam-me um favor: comentem. Espero que assim ele se distraia e me deixe em paz.

9.2.04
 
Então é assim:
Para não correr o risco duma prisão preventiva e de ter de ver todas as minhas mulheres, namoradas, companheiras, amantes, damas, concubinas, manteúdas, ex-mulheres, ex-namoradas, ex-companheiras, ex-amantes, ex-damas, ex-concubinas e ex-manteúdas a correrem para o estabelecimento prisional ao domingo, decidi acatar a recomendação da DECO e propor à gerência a “Caixa de Comentários”.
O outro sócio, pensando que se tratava dum caixa de rebuçados com recheio de menta, aprovou logo.


6.2.04
 
Que raio de dia.
Logo pela manhã percebi porque é que os amigos de Abel lhe chamam “gato”: o gajo tem sete vidas.
Depois, foram os espanhóis a informarem-me por fax que não gostaram da brincadeira da caixa dos comentários. Resultado, vão avançar na aquisição de blogs do género:“ Hoje estou azul, um pouco pérola…” ou “Detesto o Mário Soares. Detesto, detesto, detesto. E o blog do Jorge também detesta.”
Mas há mais. O jovem estagiário que aparece na única foto deste blog descobriu a piada e pôs-me um processo por uso abusivo de imagem. A DECO telefona-me a avisar que tenho dois dias para pôr a caixa de comentários a funcionar senão há novo processo, desta vez por publicidade enganosa.
Mas isto, eu aguento.
Agora, ver o Sharon a sair do poleiro por uma mera suspeita de corrupção imobiliária????... Dasssss (abreviatura nortenha de convite à cópula)... isso já é gozar com a minha cara e com o meu trabalho, porra.


5.2.04
 
A pesada pedra de mármore deslocou-se perante o olhar incrédulo e temeroso da multidão que,após duas semanas,se recusou a deixar a última morada de A.
Caím matou-me. Uma vez mais. Com motivações meramente materiais. Money. Cash. Pilim. Cacau. O tinhoso capitalista tentou livrar-se de mim para ficar como único proprietário disto aqui. Para depois vendê-lo aos espanhóis. Ou colombianos, não consegui distinguir bem o sotaque. Nem o cheiro.
Apanhou-me de costas (sim, eu sei o que estão a pensar, tenho de perder este péssimo hábito) e empurrou-me pela escadaria de granito abaixo. Sensível como sou, cheguei morto ao piso térreo. Felizmente tinha deixado indicações precisas ao meu colaborador na Abel Flores, Lda. caso me acontecesse algo grave e inesperado. E o Jú, lá nisso, foi impecável. Fez-me uma coroa lindíssima de glicínias e estrelícias, com dois enormes laçarotes, um roxo e outro carmim, exactamente como eu tinha visto na revista “Passing Way Design” de Novembro passado.
Para vos distrair da minha ausência, Caím desatou a produzir posts desalmadamente. Decerto repararam. Mas não adiantou, porque sei que vocês não foram na conversa daquela picareta falante. Para animar a coisa, até forjou uns comentários, como se a sua marca ignominiosa não estivesse chapada em cada frase.
É claro que eu poderia ter reaparecido mais cedo. Mas a verdade é que estava a precisar de parar por uns tempos de respirar o mesmo ar que Caím.
O que antecipou o meu regresso foi a chegada ao purgatório do Kaúlza de Arriaga. Esse, sim, foi um golpe tão baixo que não podia ficar sem resposta. Fascista por fascista, ao menos Caím que é meu irmão. Então foi assim: ressuscitei.

 
A saga (último e definitivo episódio).
David fechou imediatamente o livro. Agora, estava nervoso. Com os olhos fixos na cristaleira da sala, pensou para si: “será que vai resultar?”
Foi à cozinha, pegou num garfo e saiu para a rua. Surpreendentemente, nos altifalantes de Brito Capelo começou a ouvir-se o “A whiter shale of pale,” dos Procol Harum. David não ligou. Continuava nervoso e sabia que os próximos minutos iriam ser decisivos. Chegou à Lota. A música continuava. David olhou para o céu e ajoelhou-se. “Vai ser aqui,” decidiu ele. Nesse preciso momento, uma gaivota que fazia um voo picado, evacuou um coliforme fecal que se esborrachou no chão, bem à sua frente. Em voz alta, David disse: ”É agora ou nunca!“. Com o garfo, meteu a mousse orgânica à boca e engoliu-a, enojado. Seguiu-se uma tosse convulsa desesperante, que só aos poucos foi acalmando.
Já recuperado, começou a trautear a famosa ária da morte de Radamés, da ópera Aida. A coloratura era perfeita e as vogais deslizavam suavemente. Continuava a cantar, ansioso pelo final. Quando ele chega, David fechou os olhos, esticou o braço direito para a frente, encheu o peito e gritou: “…si shiude il cieeeeeeel”.
Não havia dúvida. David Daniel era agora um tenor.
Aos poucos, as pessoas começaram a juntar-se à sua volta. Arlete, que estava no leilão matinal do cabaz de sardinha, ouviu ao longe a voz de David e, com um sorriso, percebeu logo: “O Gunter Grass tinha razão. Um bom tenor come sempre excrementos de gaivota”.
Correu para David e abraçou-o. As pessoas em volta começaram a aplaudir. David pediu Arlete em casamento. Casaram na Igreja de Matosinhos numa quarta-feira (único dia disponível), tiveram 3 filhos e foram felizes para sempre.
(the end)

Nota do autor: Infelizmente, não há discografia disponível que ilustre a excepcional voz do artista David Daniel. No entanto, um discípulo seu, dos tempos de S. Francisco, acabou por fazer carreira. Esse, os estimados leitores podem ouvi-lo aqui ou aqui .
4.2.04
 
A verdadeira face de Caim.
Para todas as milhares de leitoras que, inebriadas pela volúpia e “tremenda masculinidade” dos meus posts (citação), pediram um pequeno vislumbre de meu rosto.



3.2.04
 
Treila.
He drank a Capri-Sonne and his life changed… (grito + música épica). He escaped in a Philipin ship (grito + música épica), worked for Liberace (grito + música épica), returned to Matosiños (duplo grito + música épica) and now, he is preparing to play a trick on destiny… (música épica)
Thursday. February 5. 12:00 PM. Caim & Abel Productions proudly present… the last and ultimate episode of “David Daniels Saga.”
Don´t miss it. In a Blog near you .


2.2.04
 
comments (8)
(1)
“Já diz a minha esposinha, e bem, que Caim erra ao meter Donizetti e Bellini na mesma panela. Aliás, no meio dos tachos e panelas, só eu e o Rossini…lol (riso em lá maior).”
Roberto Alagna (amulhermanda.blogspot.com)

(2)
“Que curioso, eu também tenho dois filhos que se dão mal…lol… lol… lol… “
Helena Sacadura (eutenhodoisamores.blogspot.com)

(3)
“Caim…sou eu…porque é que não atendes o telefone?…
atende, por favor… estou a pedir-te de joelhos…”
Karen Molder (victoriasecrets.blogspot.com)

(4)
“… lol.. lol… lol… lol… lol… lol… lol… lol…”
Helena Sacadura (eutenhodoisamores.blogspot.com)

(5)
O teu irmão é um ser… o-be-jecto, horri-pilante, dis-cus-ting, que me põe nausea-bunda, bundo…, perdão. Abel querido, os teus amigos estão contigo.
José Castel Branco (iwillsurvive.blogspot.com)

(6)
“A morada que eu tenho é esta… Eu gostaria de falar com o senhor Abel, se fosse possível?”
Ilídio Lindolfo (cobradordefraque.blogspot.com)

(7)
“Ai, que cena!!!… lol (inspirado) lol (inspirado), este Caim é absolutamente extraordinário.”
Rui Manuel Amaral (quartzo-feldspato-mica.blogspot.com)

(8)
“Este blogue é inconstitucional.”
Jorge Miranda (euecanotilho.blogspot.com)


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